terça-feira, 18 de agosto de 2015

BIRRA: Quem já não perdeu a paciência?

O que são as birras?
As birras são a forma da criança manifestar a dificuldade de lidar com frustrações, normal e parte do processo de amadurecimento emocional.
Geralmente começam entre 2 e 3 anos (famosa faixa etária "os terríveis dois anos" ou a "primeira adolescência") quando a criança quer ser independente e ter tudo, ao mesmo tempo e agora. Quando não atendidas, choram e gritam, às vezes se jogam ou jogam objetos, batem a cabeça no chão, entre outros comportamentos.
Essa é fase da vida em que a criança quer começar a ser independente e se sente frustada ao não conseguir o que deseja. Se você prestar a atenção depois de descarregar a frustração com a qual ela não consegue lidar e não sabe como expressar  a criança volta a ser doce e carinhoso, como se nada tivesse acontecido.
Por que eu me sinto tão mal? 
O desespero é perceber que a criança carinhosa e brincalhona tem momentos de intolerância e impaciência, mesmo frente a solicitações e/ou coisas que ele antes fazia tranquilamente.
E quando a cena se desenrola em locais públicos, na frente de outras pessoas? Todo pai/mãe sente que é uma demonstração da sua incompetência como educador, não se culpe, se lembre que - em maior ou menor proporção - todos que tem filhos passam por isso.

Em primeiro lugar: se prepare para lidar com a birra

Li uma frase de uma educadora que é excelente "a birra é passageira... você já viu algum adulto esperneando no chão do supermercado? mantenha calma, respire fundo, essa fase vai passar".
Içame Tiba (Seja feliz, meu filho. São Paulo: Integrare Editora, 2006.) ensinava que os pais que dizem não, mas cedem frente a insistência dos filhos ensinam que o não pode ser transformar em sim, desde que ele (a) insista. Essa insistência pode durar 1 segundo ou horas, não é não.
Esse é o momento de começar a estabelecer limites e fazer com a criança ganhe ferramentas emocionais para lidar com a sensação de frustração quando algo não ocorre quando e como ela quer. Esse aprendizado será valioso pelo resto da vida, saber ser tolerante, paciente, saber o que fazer ou dizer, distinguir o que é seu (objeto ou espaço) tornará o (a) seu (sua) filho (a) mais apto a ser feliz e capaz de viver em sociedade.
Ser firme é fundamental para não ter um "pequeno ditador" em casa, isso vale para esta faixa etária e para a adolescência, aonde o comportamento volta a aparecer (com outras cores: bater a porta, dizer que você é um bruxo/bruxa, que vai sair de casa, e etc)

Como reagir? 
1-Em público: Acolha a criança, inclusive fisicamente (colo ou abraço). Retire-a do ambiente público para um local mais privado.
2- Em casa: deixe a criança sozinha por um tempo, se afaste. Sem audiência a birra vai durar menos tempo. Aguarde uns minutos para voltar a conversar com ela, dando tempo para que ela se acalme internamente.
3- Use um tom de voz amoroso, mais firme.

  • Não grite (ao fazê-lo você vai estar reproduzindo o comportamento da criança demonstrando a sua frustração por não conseguir lidar com a situação e pelo seu filho não ser "perfeitamente educado"). 
  • Se você notar que está perdendo o autocontrole e vai agir gritando e/ou fisicamente (batendo) saia de perto e volte depois. Bater ensina que quando frustrados temos o direito de usar a violência contra o agente da frustração, ou para resolver conflitos com outros.
  • Não faça ameaças ("você não vai ver televisão hoje" ou "não vai sair do seu quarto") que não consiga cumprir. Se você dizer que vai fazer alguma coisa e não fizer a mensagem é que a criança pode repetir o comportamento que não haverá consequências.

3- Diga que sabe que ela está com raiva, mas que mesmo assim não será possível atendê-la. ("Sei que você está muito bravo porque não vai poder comer guloseimas agora").   Não seja repetitivo (só vai irritar de novo a criança e despertar de novo a raiva), nem faça grandes discursos. Nessa idade a criança não quer muita informação, só o suficiente (para entender esse conceito assista: O que é sexo? What's Virgin Mean?).

4-  Quando a criança se acalmar:

  •  Explique que aquele desejo não pode ser atendido naquele momento, mas talvez possa ser em outro dia. 
  • Demonstre que quando ela se expressa com palavras e/ou negocia obtém melhores resultados. ("Agora que eu entendi o que você quer, podemos negociar? No seu aniversário podemos comprar aquele brinquedo, ou daqui dois dias é sábado e você poderá comer chocolate").
Mais dicas em Revista Crescer: soluções para uma vida mais leve
Como evitar a birra?
Os menores gostam, e precisam, de rotina e previsibilidade. Seja claro e prepare-o (a) para o que vai acontecer:


  • Se for ao shopping já estabeleça as regras do passeio: quanto tempo vai durar, aonde irão e se vão adquirir algo, ou não, para ele (a)
  • Se estiver indo embora da casa de alguém, ou de uma festa, avise com antecedência quando estiver chegando a hora de ir embora ("Depois do parabéns e do bolo, nós vamos embora" "Amor, vai começar o parabéns, você se lembra que combinamos ir embora depois de cantar e comer o bolo?")
  • Ao voltar do passeio converse sobre o comportamento dele (a), assim você o (a) ajudará a entender o que os pais esperam. As crianças pequenas querem agradar aos pais e são felizes quando eles se mostram orgulhosos dela. Valorize muito mais o bom comportamento sendo mais efusivo (a) - e por mais tempo - do que quando ele (a) for chamar atenção. Quando fazemos ao contrário, muitas crianças tendem a fazer birra para obter atenção.
A birra pode ser sintoma de algum problema ou doença?

Sim. Há situações em que os episódios se tornam mais frequentes e a conduta de tolerância não é aprendida/desenvolvida.
Procure seu pediatra, especialmente se a criança apresentar atraso no desenvolvimento da linguagem, de crescimento (altura e peso) ou dificuldade de interagir com outras pessoas.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Alimentação infantil: não fale para seu filho fazer o que VOCÊ não faz...

A alimentação é um prazer desde a primeira mamada, mas a alimentação saudável é muito importante em um mundo cheio de "junk and fast food" (comida rápida e porcaria) que pervertem o paladar e podem levar, facilmente, a obesidade infantil.
O que, o quanto e quando comemos são estabelecidas pela comunidade que a criança está inserida, família, escola e amigos. Então não é possível pedir para a criança comer tudo, se você vive de dieta e reclama o tempo todo que está gordo (a). Ou ainda, que ela coma "de tudo", se você não come legumes/verduras/frutas...
Algumas dicas importantes:
1- A comida não pode ser monótona e chata: Não ofereça as mesmas coisas todos os dias. Introduza diferentes alimentos e sempre de forma lúdica, fale das cores, como brócolis e couve-flor parecem florzinhas, como é engraçado o barulho "crek crek" que o pepino faz quando mastigamos.
2- Faça com que a criança interaja com a preparação do alimento: comer o que ela preparou é muito legal! Como a berinjela pode ser tão pretinha por fora e verdinha por dentro? Não é engraçado o kiwi ter casca peluda? Além disso, a culinária pode ser uma forma de introduzir conceitos matemáticos, como por exemplo, meio copo; e proporções 1 ovo para 2 colheres de farinha... e se usarmos 2 ovos?
3- Crie a estratégia das provinhas: Todo mundo pode não gostar de algo, mas para saber se gosta ou não é preciso fazer pelo menos 3 provinhas (na verdade um artigo científico são necessárias 5 a 10 exposições)
4- Não transforme a comida em prêmio ou objeto de troca/aceitação. As piadas sobre mães italianas (Coma, senão eu te mato!) e judias (Coma, senão eu me mato) são engraçadas, mas lidar com a comida como uma forma de "satisfazer" os pais pode gerar hábito de comer além do que é necessário para se sentir saciado, e com isso induzir a obesidade.
5- Use a mesa, desligue a televisão, aproveite e converse com seu filho!

domingo, 16 de agosto de 2015

Chupeta é o capeta? Mitos e verdades.

A chupeta não é uma coisa nova, escavações em tumbas de bebês de 3.000 anos atrás mostram artefatos de argila, em forma de porco, sapo ou cavalo que tinham um orifício que permitia que se inserisse mel e do outro lado outro pequeno para que a criança sugasse a "gostosura".
Sugar é um reflexo que garante a sobrevivência do ser humano e aparece entre a 17-24 semanas de vida intrauterina. Já na primeira sensação de desconforto (que depois passa a ser reconhecida como fome) o recém nascido ganha o peito, suga e sente prazer em saciar a fome. Mais tarde, a sucção passa a ser associada ao prazer, pura e simplesmente, e tudo "vai para a boca", na chamada fase oral.
No nosso meio a chupeta é considerada um "calmante" e faz parte do enxoval do bebê. Mas, os pediatras e dentistas orientam que ela não seja usada... quem tem razão?
A favor da chupeta: 
1- Ela realmente acalma a criança,
2- Há alguns estudos que associam seu uso, à note, a redução da Síndrome da Morte Súbita do Recém Nascido. A academia americana de pediatria recomenda o uso da chupeta durante o sono à partir da terceira semana de vida com este fim.
Porém, há muitos contras:
1- Estudos mostram que o uso da chupeta reduz o tempo de amamentação. A Organização Mundial da Saúde, UNICEF e Ministério da Saúde do Brasil desaconselham formalmente seu uso, pois quanto maior o tempo de aleitamento materno, mais saúde para o bebê e para a mãe.
2-Psicólogos dizem que podemos "acalmar" a criança de outras formas: colo, acalanto, música, carinho... 
3- Estudos mostram que o seu uso prolongado e constante altera a oclusão dental, leva à respiração bucal (aumentando a freqüência de sinusites, otites, rinites e amigdalites; além de aumentar o risco de cáries).
4- Apesar da Academia Americana de Pediatria recomendá-la contra a Síndrome da Morte Súbita esta relação ainda é duvidosa e outras organizações (OMS, UNICEF) não recomendam o uso da chupeta.
5-Em 2009 foi publicada uma excelente revisão da literatura no Jornal Brasileiro de Pediatria que conclui que há mais contras do que prós no uso da chupeta.

sábado, 15 de agosto de 2015

PORQUE A JUSTIÇA BRASILEIRA PROIBIU OS ANDADORES?

Há 1 ano os andadores são proibidos no Brasil, o que é uma atitude muito inteligente. Porque? Ele é responsável por 10 de cada mil atendimentos de crianças menores de 1 ano de idade nos pronto socorros. Entre as crianças que usam andador uma a cada três apresentam traumatismo craniano, desses um terço delas são graves (fraturas, por exemplo).
Os defensores dizem que dá independência à criança, mas isso não é prudente em uma idade que a criança não tem maturidade, nem noção do perigo. Imaginem usar o andador e alcançar a escadas, piscinas. A velocidade do andador pode chegar a 1 metro por segundo! 
Crianças que usam andador demoram mais para ficarem em pé e caminharem sozinhas, sem apoio. Também diminuem o gasto energético, reduzindo o exercício físico essencial para as crianças.
Para uma criança andar é preciso: chão, pés descalços e o estímulo de colocar brinquedos mais longe dos seus bracinhos. Assim ela primeiro se arrasta, engatinha, chega até locais que pode se apoiar, aprende a ficar em pé usando a força dos braços e depois andar. Naturalmente! 

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Vacinas: mitos e verdades

Amanhã é dia de VACINAÇÃO, vamos desmistificar o assunto?
VACINA é uma substância feita à partir de um agente patogênico (ou seja, que causa doença, podendo ser bactéria, vírus - mortos ou enfraquecidos - toxinas ou parte desses agentes) que é apresentada às nossas células de defesa que produzem anticorpos contra estes agentes, gerando memória no nosso sistema de defesa. Se um desses patógenos nos invade o sistema de defesa rapidamente o reconhece e responde contra o invasor.
Mas, é verdade que:
1- Vacinas protegem totalmente contra as doenças. MITO. Você pode ter a doença, mas formas menos graves. Por exemplo, a vacina contra a catapora impede que 80% das pessoas tenham a catapora, mas em 100% dos casos protege contra as formas mais graves da doença (como a encefalite - infecção pelo vírus no cérebro).
2- Vacinas tem efeitos colaterais. VERDADE. Os mais comuns são dor no local da aplicação e febre, que respondem muito bem aos analgésicos/antitérmicos comuns. Convulsões podem acontecer em 1 a cada 14.000 crianças após a tríplice (difteria, coqueluche e tétano) e em 1 a cada 3.000 que recebem a MMR (sarampo, caxumba e rubéola). São convulsões benignas, que não deixam sequelas. Mas, é MENTIRA que cause AUTISMO, isto já foi cientificamente comprovado inúmeras vezes.
3- Vacinas são só para crianças. MITO. A vacina contra o tétano e difteria (dT, ou dupla adulto) deve ser tomada POR TODA VIDA a cada 10 anos, assim como a contra a febre amarela.Depois dos 60 é importante prestar atenção à vacina contra gripe (anual) e contra a pneumonia. Para quem não tomou na infância outras devem ser usadas. Para saber mais, leia http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/12814-sete-vacinas-que-os-adultos-precisam-tomar
4- Vacina contra HPV é só para meninas e pode acelerar a sexualidade delas. MITO. Homens também podem ser infectados pelo o papiloma vírus, que aumenta a chance de desenvolver as verrugas genitais e câncer de pênis. A vacina só cria anticorpos contra o vírus, não tem qualquer influência no desenvolvimento, maturação ou comportamento de adultos e/ou crianças.
5- Mulheres grávidas não devem ser vacinadas. Nem MITO, nem VERDADE. Durante a gravidez a vacina da gripe é bem vinda, assim como a contra o tétano (inclusive sendo parte essencial de um bom pré natal). Também são permitidas as vacinas contra meningite, hepatite A ou B, raiva e pneumococo. Porém, as vacinas que usar os germes atenuados (enfraquecidos) devem ser evitadas, tais como Febre Amarela, Rubéola, Catapora, Sarampo, Tuberculose, Varíola e HPV. Aconselho todas as que querem ficar grávidas a rever a carteira de vacinação, tomar as vacinas que estão faltando, manter o anticonceptivo por uns 2-3 meses e então começar a encomendar o (a) herdeiro (a).

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Maturidade e desenvolvimento: cada criança tem um momento para cada conquista (falar, andar, fralda, mamadeira, chupeta...). ISTO NÃO É UMA COMPETIÇÃO!!!

Em reuniões de pais & mestres ou festinhas infantis costumo ouvir conversas acaloradas sobre quem tirou, ou não, fraldas/mamadeiras/chupetas (e outras conquistas do amadurecimento). O tom de competição é evidente: que criança é mais inteligente/esperta/evoluída? que família é mais competente?
Cada criança é um INDIVÍDUO, que evolui, cresce, se desenvolve e ganha maturidade no seu ritmo. É importante que isso seja reconhecido para:
1- saber o que esperar de cada criança em cada estágio e poder diagnosticar/suspeitar de problemas com intervenções rápidas,
2- não exigir da criança uma atitude/comportamento que ela não tem maturidade

Então, o que qual é a diferença entre desenvolvimento e maturidade? Quando devemos nos preocupar?
DESENVOLVIMENTO: expressão qualitativa referente a aquisição e aperfeiçoamento de habilidades que vão permitir que a criança realize coisas novas, ou aumentar a sua habilidade em funções já adquiridas. Por exemplo: locomover-se: engatinhar, andar com apoio, andar sem apoio, andar sem apoio e com bastante equilíbrio... e correr.
Depende do crescimento (capacitação biológica: altura, peso, presença de dentes, etc...), evolução psicológica e do ambiente e estimulação.
MATURIDADE: associação entre o crescimento físico e a conquista de ferramentas psicológicas/emocionais para aquisição de habilidades e execução de determinadas atividades, e/ou aprimora-las.

Por que isso é importante?
Porque podemos forçar o processo de APRENDIZAGEM da criança, rotulá-la de "devagar", "super dotada" ou qualquer outro rótulo;ou pior usar recursos para acelerar esse processo - sem respeitar o desenvolvimento/maturidade da criança criando angústia e ansiedades desnecessárias.
Se a criança ainda não tem maturidade para, por exemplo, desfraldar, ela não será capaz de APRENDER a usar o vaso/penico; porque não tem habilidade/condições de fazê-lo.
APRENDIZAGEM: É a evolução do comportamento ou conduta adquirido através das novas experimentações, e das suas repetições, que depende do DESENVOLVIMENTO e MATURIDADE de cada criança, que por sua vez dependem das suas condições neuropsicológicas e do ambiente (estímulo, cultura da família e da comunidade).

Seu filho pode andar aos 11 meses, mas só conseguir desfraldar completamente à noite com 5 ou 6 anos, e reconhecer as letras aos 2 anos... Cada conquista é individual, não compare-o com outras crianças. Estimule, mas não force. Observe e em caso de dúvidas, pergunte ao seu pediatra e/ou ao psicopedagogo da escola.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Escolhendo a escola ideal

Cada família e cada criança tem suas necessidades, valores e estilo de vida, mas para escolher uma escola alguns passos são fundamentais:
1- leia sobre os métodos de ensino, assim você poderá procurar uma escola que reflita o que a família acredita e como ela se comporta:
    a) vocês são mais rígidos ou preferem se expressar mais?
    b) vocês são religiosos?
    c) vocês priorizam o conteúdo e preparação para o mercado de trabalho ou o desenvolver da                   curiosidade e o pensamento autônomo e questionador?
    d) como vocês lidam com o tema diversidade? Que tipo de valores a família tem? São os da escola         e da comunidade em que ela está inserida?
    e) que tipo de inclusão é praticada pela escola? Deficientes físicos, intelectuais, crianças especiais?
        E social? Como são tratadas as questões de gênero, raça e escolhas sexuais? Quanto isso é    
        importante para vocês?
2- visite as escolas e observe:
     a) o comportamento das crianças: elas parecem felizes?
     b) o espaço físico: há áreas livres e verdes? há espaços fechados para dias de chuva? há recursos              de segurança nos brinquedos? os banheiros são adaptados ao tamanho das crianças? como é o              refeitório? o tamanho das salas são suficientes? elas são arejadas? há laboratórios de ciência,                informática, música? Como são as práticas de esportes e línguas? Passeios, atividades culturais,
         cursos extra-curriculáres?
     c) as famílias: os pais se dizem satisfeitos? A comunidade que formam é participativa ou apenas
         cordial? A comunidade que formam tem valores semelhantes aos da sua família?
     d) quantos educadores por criança ( 0 a 2 anos: máximo 8 crianças/profissional, 3 anos: 15, 4-5                anos: 20)? Qual a formação dos educadores? Eles são carinhosos? Como as crianças são
         recebidas? Como são chamados os educadores (pelo nome, de senhor/senhora, de tia/tio?)    
         Como eles se mantém atualizados? Há psicopedagogo (a) para orientar necessidades
         individualizadas?
     e) como é o cardápio? E (se for o caso) quais alimentos são oferecidos na cantina da escola?
     f) como lida com as questões como desfraldamento, higiene bucal, uso de medicamentos,            identificação de sintomas? Em casos leves a criança pode frequentar a escola, ou sempre será afastada?  Em casos de acidentes e emergências, qual hospital de referência, como e quem é responsável pelo transporte e condução do problema até os pais chegarem?
3- Como a escola lida com a disciplina? É a mesma linha da família? É importante que a criança não receba mensagens contraditórias em casa e na escola.
4- Como a escola identifica as situações de medo, raiva e tristeza? Como comunica aos pais novas situações como estas? Estão preparados para reconhecer problemas do desenvolvimento e aprendizagem, como dislexia, dificuldades de visão, audição ou fala? Como lidam com a situação?
5- Como o desempenho é avaliado? Qual a periodicidade? Como estabelece a comunicação com a família para corrigir problemas?
6- Qual a distância de casa? Há transporte público ao redor? Há transporte privado credenciado?
7- Como é controlada a entrada e saída da criança? Como é reconhecido o responsável? Como são as regras caso uma nova pessoa tenha de ir buscá-la?
8- Lição de casa? Quanto? Como deve é orientada a participação dos pais?